O melhor jóquei do Brasil
27 ago
Juvenal Machado. O melhor jóquei do Brasil. Poucos conhecem a história desse senhor de mais de 50 anos de idade e que, somente agora, foi merecidamente homenageado pelos serviços prestados ao esporte. Nascido em Delmiro Gouveia, no alto sertão alagoano, Juvenal partiu para o Rio de Janeiro, em busca de uma vida melhor (como todo bom retirante nordestino), logo quando completou 15 anos. Na cidade maravilhosa, passou a cuidar de cavalos.
Ai já viu. Pegou gosto pela coisa e acabou se transformando numa lenda contada no documentário ‘Lá vem o Juvenal’, que será lançado no próximo dia 30. Em Alagoas, a produção – que contou com o apoio do Governo do Estado (Téo Vilela deu R$ 60 mil) – será exibida somente no dia 5 de outubro, no Teatro Gustavo Leite, no bairro de Jaraguá, em Maceió, e no dia 9, em Delmiro Gouveia, sua terra natal.
No Rio, Juvenal foi pentacampeão do tradicional Grande Prêmio do Brasil. Com o feito, ganhou o apelido de Garrincha do Turfe. Afinal, foram nada mais, nada menos, que quatro mil vitórias em 32 anos de carreira.
Na foto, o ex-vaqueiro é o baixinho, ao fundo. O de bigode é o vereador por Delmiro Gouveia, Edvaldo Nascimento (PCdoB), um admirador incontestável de Juvenal e que já bateu de frente com alguns coronéis daquela região. Já o cara do meio é o cineasta e diretor do documentário, Hermano Figueiredo, outro indiscutível incentivador da cultura local e pai do meu amigo Adso, outro apaixonado por cinema.





Quando a gente acha que já viu tudo, eis mais uma surpresa! Uma disputa, no mínimo diferente, chamou a atenção da imprensa esportiva em Nova Zelândia, apesar de esta nova ‘modalidade’ do turfe não mais ser novidade por lá. É que, em Auckland, jóqueis deixaram as calças de lado para correr, pasmen, apenas com cuecas e calcinhas.
Pois é. Vê-se de tudo no esporte. Até um cavaleiro que, à galope, dopa o animal para tentar vencer uma competição. Foi o que fez o brasileiro Rodrigo Pessoa com o cavalo Rufus, flagrado no exame anti-doping nos Jogos de Pequim. Pessoa, que foi medalha de ouro em Atenas, acabou suspenso por quatro meses e ainda teve de pagar uma multa de US$ 1,7 mil. E o pior: perdeu o 5º lugar obtido, na última Olimpíada, na prova individual de saltos, assim como a 10ª posição por equipe. Que vergonha!