Existe taco para atleta que mal sabe andar. O golfe no Brasil segue conquistando adeptos – problema deve ser conseguir terreno propício, com os devidos buracos espalhados por um campo verdinho. Trago uma matéria do Globo Esporte que, além desta ascensão, aborda, ’na mesma leva’, o potencial de uma garota chamada Angela Park – de sotaque estranho – que vem representando o país, e com destaque.
Alguns até chegam a rotular o golfe como ‘esporte de velho’. Contudo, segundo os próprios adeptos, os detalhes muito exigem do jogador, o que seria um empecilho aos vovôs. A estrela do golfe mundial, Tiger Woods, é uma prova de que a juventude ‘é o segredo’. Norte-americano de 33 anos, ele embolsou, nada mais, nada menos, que R$ 245 milhões em 2007, ‘apenas’ carregando um taco e uma bolinha nas costas.
Mas outras modalidades ‘americanalhadas’, como o beisebol, por exemplo, também têm cadeira cativa no Sudeste do país.
A matéria descreve o golfe como uma atividade elegante. Ele e alguns outros, como o tênis, também o são. Dificilmente, porém, vê-se alguém pobre competir no golfe – o projeto social descrito na matéria é uma exceção.
Uma minoria privilegiada até encontra, além da etiqueta peculiar à modalidade, uma chance de investir na própria educação, buscando, por exemplo, uma bolsa de estudos nos Estados Unidos – infelizmente, não poderia ser em outro lugar – por meio do esporte.
Enfim. Confira a matéria: