Vem aí mais um atleta solidário
15 dez

O próximo sábado será de muita confraternização e, sobretudo, solidariedade entre os melhores atletas alagoanos. Isso porque 50 pessoas que praticamente sobrevivem do esporte no Estado – apesar das inúmeras dificuldades para nele se manterem – irão se reunir, a partir das 8 horas da manhã, no ginásio do Colégio Marista, no bairro Farol, em Maceió, para mais uma edição (a 10ª) do Atleta Solidário, evento idealizado pelo amigo judoca faixa-preta e campeão internacional Eduardo Acioli.
Serão 25 homens e igual número de mulheres reunidos para uma partida amistosa de futebol de salão, em que o principal objetivo é arrecadar alimentos não perecíveis e doá-los a instituições filantrópicas que desempenham um belo trabalho, junto a pessoas quase que completamente desassistidas pelo poder público, em Maceió.
Graças às parcerias buscadas, com muita competência, pelo amigo Eduardo, órgãos como a Prefeitura de Maceió já iniciaram o processo de arrecadação dos alimentos junto aos funcionários públicos municipais. Eduardo lembra que, a cada ano, um órgão do Executivo é premiado: neste quesito, o grande campeão, já por três anos consecutivos, é o gabinete do prefeito Cícero Almeida (PP).
Quem também está bastante engajado na iniciativa é o corpo discente do Colégio Marista, já que os alunos daquela tradicional unidade de ensino também estão sendo convocados para o que será um grande gesto de amor ao próximo.
As instituições a serem beneficiadas são o Lar e Abrigo de Idosos São Vicente de Paula, a Associação dos Hemofílicos de Alagoas, e a Casa Espírita Nosso Lar. Também apóiam a iniciativa a V2 Construções e o Grupo Mibasa, além de Poly Sport, Revista Folha da Barra e Gráfica JB.


Ele é conhecido como um verdadeiro malabarista em quadra. O veterano jogador paulista Alessandro Rosa Vieira, mais conhecido como Falcão, hoje com 33 anos, já é considerado um mito do futebol de salão no Brasil e no mundo, tendo sido eleito o melhor do planeta pela Fifa em duas oportunidades: 2004 e 2008.

Vai começar o Mundial de Futsal. O palco é brasileiro. A torcida, por conseguinte, também o será. Resta saber se Falcão e companhia irão corresponder, em quadra, à expectativa dos torcedores carioca e brasiliense (Rio e Brasília são as duas sedes), que terão o prazer de acompanhar de perto a performance do abalado, mas ainda melhor do mundo, futebol de salão brasileiro.