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Às 15:49

Novo estrangeiro comanda o basquete

16 jan

magnano1A Seleção Brasileira de Basquete tem um novo comandante. Trata-se do argentino Rubén Magnano, campeão olímpico com a seleção de seu país em Atenas e um dos principais responsáveis pela maior geração do basquetebol entre os compatriotas, também vice-campeões, sob seu comando, do Mundial de 2002. Aos 55 anos, o treinador – com mais de 20 títulos no currículo – substitui outro estrangeiro (o primeiro a treinar nossa seleção masculina), o espanhol Moncho Monsalve.

Tetracampeão europeu (como jogador) pelo Real Madrid, Moncho deixa o Rio de Janeiro, após dois anos de nebulosa estadia, levando consigo a negativa marca de não ter consigo levar a Seleção a Pequim.

Pelo terceiro ano consecutivo, os meninos do Brasil não conseguiram vaga numa Olimpíada, apesar de alguns jogadores garantirem que o já ex-treinador deixou um importante legado – algo que soa estranho a quem não concebe crescimento sem um pódio. Afinal, a última vez em que estivemos nos Jogos foi em 1996, em Atlanta, nos Estados Unidos, quando Oscar, o eterno ‘mão santa’, ainda era o principal jogador.

Magnano – cujo contrato vai até 2012 (ano de Olimpíada) – assume com a missão de fazer bonito no Mundial da Turquia, em agosto próximo. Para tal, ele espera contar com o apoio ‘dos excelentes jogadores brasileiros que atuam dentro e fora do país’.

Teve jogador que chegou a dizer acreditar que a saída repentina de Moncho foi em decorrência de problemas de saúde do espanhol. Balela! Assim como no futebol, não há técnico que se sustente sem resultado.

Às 2:47

Comemoração excêntrica

11 jan

yankkes1

Há pouco tempo atrás, foi o Santos, time de futebol do Rei Pelé, quem havia anunciado tomar medidas duras no que diz respeito à comemoração do gol por seus atletas, buscando evitar manifestações que soassem com algum preconceito, sobretudo o religioso. Desta feita, a direção do Philadelphia Sixers, time norte-americano de basquete, foi além, decidindo punir um jogador chamado Gilbert Arenas (foto). Tudo porque o grandalhão simulou efetuar disparos de arma de fogo com os dedos. A mímica fez os colegas caírem na gargalhada, desagradando, contudo, os manda-chuvas da equipe.

O problema é que estes devem ter ficado com receio de a fantasia ganhar a realidade, visto que Gilbert já havia sido punido por ter entrado no vestiário com uma arma, numa atitude nada convencional. Agora foi a vez de os companheiros de time também serem castigados (com multa de 10 mil dólares para cada um), simplesmente porque acharam engraçado a imitação do jogador. Engraçado mesmo é saber que de tudo se vê no esporte.

No final das contas, o atleta pediu desculpas inclusive aos fãs, prometendo que a suposta apologia ao crime não mais se repetirá, pois, há sempre uma criança assistindo à partida no sofá da sala.

Tal situação me faz lembrar o comportamento de um ex-professor de futebol do colégio onde estudei. O treinador acabou demitido por ser, talvez, o oposto do atleta yankee, já que não admitia brincadeiras nem nos treinos, ávido em ver a garotada sempre no topo. E foi por ter se obcecado em resultados, fomentando-os vigorosamente entre as crianças, que o professor (já falecido) acabou tendo de fazer as malas. Mas no fundo, com o perdão do excesso, tratava-se de um campeão, dentro e fora de campo.

E se a moda (a de se punir as excentricidades) ganha força por aqui, veríamos atletas comprometerem boa parte do salário, muito embora saibamos que tamanha criatividade nunca se afastará do esporte. Afinal, o que dizer, por exemplo, das cambalhotas do pentacampeão mundial Vampeta – que, cheio da manguaça, deitou e rolou no Palácio da República, para presidente e todo o Brasil sentir a emoção pela conquista de mais uma Copa? 

Não é fácil saber o que extrapola uma simples comemoração e o que a mesma vislumbra por trás de gestos movidos pelo calor do jogo. Por ora, agir com bom senso continua sendo a melhor saída.

Às 2:09

'Defeito' que ajuda

16 dez

seisdedos1Uma ‘anomalia’ que parece ter vindo para o bem. A imagem flagra a deficiência genética do jogador americano Frank Tolbert, que, na verdade, atrai as lentes dos fotógrafos muito mais pelo talento do que pelo dedinho a mais em cada mão. É o que poderíamos chamar de Lula, ‘ao contrário’, do basquetebol.

Com seis dedos, o grandalhão parece levar muito jeito com a bola vermelha. Para alguns, ele até demonstra ter mais domínio do que os adversários dito normais, ao contrário do que a maioria poderia acreditar. Além disso, Frank garante não sofrer qualquer tipo de preconceito. Pelo contrário, afirma ter orgulho da diferença – que não lhe é um privilégio, já que um outro jogador de basquete, o português Álvaro Magalhães, do milionário Benfica, também ficou conhecido pelos dedos adicionais em cada membro.

Com a cabeça no lugar, só lhe resta fazer aquilo que lhe garante uma vida digna, como a de qualquer outro cidadão de bem. Tanto que já lhe chegou a hora de apreciar novos horizontes, despedindo-se da Universidade de Auburn – no estado do Alabama e onde treina o nadador e medalhista olímpico Cesar Cielo – para aceitar, com apenas 23 anos, proposta do basquete lituano.

Às 2:24

Superação em cadeira de rodas

26 nov

cadeiraA seleção brasileira feminina de basquetebol em cadeira de rodas conquistou, na última sexta-feira (19), alçou importante voo na modalidade. Isso porque as meninas deixaram a Guatemala, sede da Copa América, com a certeza do dever cumprido e, na bagagem, uma medalha de prata que se tornou motivo de orgulho a quem já é considerada vencedora pelo simples fato de se entregar a uma atividade física, nunca se rendendo à limitação que, para muitos, seria o fim do mundo.

Acompanhadas da vereadora por Maceió Rosinha da Adefal (PTdoB) – que viajou como chefe da delegação brasileira e que, em Alagoas, tornou-se uma grande incentivadora da prática esportiva entre portadores de deficiência –, as vice-campeãs foram recebidas com festa no aeroporto internacional de Guarulhos, em São Paulo. Com o feito, a seleção garantiu vaga no Mundial do ano que vem, que acontecerá em Birmighan, na Inglaterra. Em solo inglês, o grupo volta a prometer muita dedicação e, quiçá, garantir-se novamente no pódio.

Na grande decisão, contra o México, o Brasil brigou pelo título até o último minuto, ponto a ponto. Chegamos a abrir uma diferença de 14 pontos, mas no terceiro quarto as mexicanas conseguiram reverter a situação, virando o placar e vencendo a disputa por 53 a 41.

Às 2:27

Alagoas finalmente no pódio

24 nov

shampooAlagoas voltou ao pódio no basquete. O feito foi em Londrina, no Paraná, onde aconteceram as finais da Primeira Divisão das Olimpíadas Escolares deste ano. Por lá, no último dia 15, a equipe masculina do Colégio Intensivo venceu a Escola Barão de Solimões, de Porto Velho, a capital da longínqua Rondônia, onde conquistou a medalha de bronze na categoria para meninos de 15 a 17 anos de idade. Com o placar de 71 a 66, os alagoanos voltaram para casa com a certeza do dever cumprido, para alegria do nosso Erivaldo Silva, o ‘Shampoo’, que comandou a garotada na grande decisão, realizada no ginásio de esportes do Sest/Senat.

Shampoo – que acompanha o basquetebol estadual na competição desde que Alagoas nela estreou, em 2006 – lembra a conquista como histórica, já que Alagoas nunca havia subido ao pódio na modalidade, tendo de esperar quatro anos para consegui-lo. 

E para o treinador, a conquista precisa ser ainda mais valorizada em virtude das dificuldades da equipe para à medalha chegar. Isso porque os meninos do Intensivo, na disputa pelo bronze, chegaram a abrir mais de 20 pontos de diferença no placar. Contudo, os rondonienses não se entregavam e conseguiram diminuir a desvantagem para apenas dois pontos, restando apenas dois minutos para o fim do quarto período. Foi quando prevaleceu a categoria do time de Shampoo, que soube cadenciar o jogo no momento certo, administrando a apertada vantagem até o fim.

Um dos destaques da partida foi o ala Juan Nascimento (com o professor Shampoo na foto), cestinha do jogo, com 23 pontos. Com 17 anos e 1,79 de altura, Juan é uma das novas promessas do basquetebol alagoano. O curioso é que ele leva o nome de um famoso ex-zagueiro do Flamengo e da Seleção Brasileira. Curioso porque o atleta, em entrevista ao programa Bola da Vez, do amigo radialista Osvaldo Barbosa (que também integra o Timaço da Rádio Gazeta), disse que iniciou a ‘carreira’ no futebol, atuando como zagueiro.

Juan, o do basquete, disse que chegou a pensar grande quando disputou o Torneio de Natal – que tem início neste mês de dezembro, numa promoção do SESI, em parceria com a TV Gazeta – pela equipe do Sete de Setembro. Contudo, para a felicidade de Shampoo, Juan viu que a sua praia era outra ao ser convidado por um colega a jogar uma partida de basquete no Pavilhão de Jaraguá, onde a Federação local desenvolve importantíssimo trabalho de base.

A partir daí veio o despertar de uma nova paixão. O pessoal da Federação logo enxergou o potencial do garoto e nele passou a apostar todas as fichas. É torcer para que Juan, Shampoo e o basquetebol alagoano continuem encontrando o apoio necessário à conquista de novas medalhas.

Às 1:31

O Novo Basquete BraZil

29 out

Vai começar a maior competição do basquete Brasileiro. É o NBB, ou Novo Basquete Brasil, uma espécie de cópia (eca!) da sigla adotada pelo basquetebol yankee (com direito a ‘playoff’ e tudo) – apesar de reconhecer que eles continuarão, por um bom tempo, sendo os melhores do mundo -, que detém a liga mais famosa do planeta, a NBA, ainda reunindo todos aqueles astros acostumados a fazer o que bem imaginam com a bola vermelha.

Mas as enterradas e demais lances de encher os olhos, há muito, já ultrapassaram fronteiras. No Brasil, por exemplo, o belo estilo americano de jogo é uma realidade entre nossos craques. As famosas enterradas de gente como Michael Jordan e Shaquille O’neal, ambos daquele desejado time das estrelas, são cada vez mais comuns no país que, tempos atrás, conhecia apenas a bola que rola por sobre os gramados.

O NBB, ou Liga Nacional de Basquete, terá início no próximo domingo, com participação de apenas 16 jogadores de outros países. Isso mesmo. Decidiram dar um tempo na invasão de estrangeiros que, apesar de abrilhantarem a disputa, estariam, na visão dos organizadores, tomando o espaço dos talentos tupiniquins. Os únicos times – entre os 14 inscritos – totalmente formados por brasileiros são o Brasília e o Flamengo, atual campeão.

‘Xenofobia’ à parte, a competição promete ser um espetáculo, apesar de concordar que, sem os gringos, estaríamos muito bem servidos não agora, mas em outras épocas, como a de Oscar – até admirado por alguns jogadores americanos. Também pudera. Contra eles, em 1987, o maior pontuador de todos os tempos (com quase 50 mil pontos) brilhou no Pan-americano de Indianápolis, levando o Brasil à inédita e simplesmente inesquecível medalha de ouro.

E parodiando minha carinhosa avó: ‘Tempo bom que parece não querer voltar’.

Às 0:33

Alagoas é bronze no Brasileiro

3 set

Enfim, a medalha. Alagoas superou quase todas as expectativas na 18ª edição do Campeonato Brasileiro Sub-15 Feminino de Basquete, para equipes da região Nordeste, que em Maceió estiveram para, no último final de semana, protagonizarem o que há de melhor no esporte: a troca de experiências. Foi no ginásio do Sesc Poço que o time do técnico Agilson Alves, um dos abnegados incentivadores do basquete alagoano, brilhou em quadra, não chegando, por muito pouco, a decidir o título da competição.

Mas a medalha de bronze foi muito comemorada por todos aqueles que fazem a Federação local, que, já há nove anos, não sabia o que era desfrutar o gostinho de subir ao pódio. Com um placar apertado e uma vitória emocionante, por 45 a 42, nos minutos finais da partida contra a seleção do Rio Grande do Norte, as alagoanas deram mostras de que nosso basquete não entra na disputa só para competir.

Agilson ficou satisfeito com o resultado, embora tenha ‘lamentado’ o desperdício da chance de conquistar uma vaga na Divisão Especial da categoria, caso suas meninas tivessem conseguido avançar à grande decisão. Além da medalha, Alagoas ainda triunfou com a cestinha do torneio, Weslayne Santos, que marcou 96 pontos.

O bronze talvez seja explicado por declaração do ex-treinador da Seleção Brasileira Feminina, o veterano Antônio Carlos Barbosa, que acompanhou as disputas em Maceió. Ele falou à Gazetaweb que a nossa seleção ainda deixa a desejar no arremesso de três pontos. O recado foi dado. Nada que Agilson e companhia não possam concertar.

Confira, abaixo, a classificação final:

1º- Pernambuco
2º- Paraíba
3º- Alagoas
4º- Rio Grande do Norte
5º- Piauí
6º- Bahia
7º- Ceará
8º- Sergipe

Às 16:10

Janeth elogia basquete alagoano

29 ago

Maceió é palco, até este sábado, do Campeonato Brasileiro de Basquete Feminino, para garotas com até 15 anos de idade. A seleção alagoana já conquistou seu objetivo, que era o de chegar às semifinais da competição que reúne oito equipes. O presidente da Federação local, Carlos Alberto Lima, apesar do orgulho em sediar o certame, ainda não consegue esconder a ‘mágoa’ para com a falta de apoio pelo poder público – segundo ele, o basquete em Alagoas (que conta com a ajuda, quase que isolada, da Usina Coruripe) precisa ser mais difundido no ambiente escolar.

Mas deixemos os problemas para depois. O importante é que, de fato, não se fala em outra coisa a não ser no Brasileiro de Basquete, que atraiu, à terra dos marechais, feras do esporte, como a ex-jogadora Janeth e o ex-técnico da Seleção Brasileira feminina, Antônio Carlos Barbosa, com mais de 30 dos 40 anos de carreira dedicados às meninas que, com ele, conquistaram títulos importantes, tornando-o o maior campeão sul-americano – apesar de o basquete feminino ter conquistado apenas uma medalha olímpica até hoje (a de prata, em 1996), ainda distante do desempenho de Austrália e Estados Unidos, os últimos campeões mundial e olímpico, respectivamente.

Contudo, para Barbosa, o trabalho de base tem sido feito com maestria. “Alagoas tem um time bom, muito agressivo e de velocidade. Percebo apenas uma pequena carência nos arremessos de três pontos”, afirmou Barbosa – que veio supervisionar a competição patrocinada pela Confederação Brasileira de Basquete (CBB) – à colega repórter Gabriela Moreira.

Já a última estrela do basquete feminino nacional, em conversa com a reportagem da Gazetaweb na última quinta-feira, disse que a condição técnica das atletas que viu jogar em Maceió ‘está muito boa’, classificando como ‘bacana’ iniciativas do tipo, ‘para que se continue a revelar novos talentos’.

Janeth, que, com ‘apenas’ 30 anos decidiu largar as quadras (em 2007, com a prata no Pan-americano do Rio) para se dedicar à vida de treinadora (comanda a Seleção Brasileira feminina Sub-15), conta que a aposentadoria precoce foi inevitável. “Parei no momento certo”, afirmou, lembrando as muitas conquistas com a camisa amarela. E de fato, ela deixou a Seleção por cima, como todos deveriam procurar fazer.

Foi tetracampeã pelo Houston Comets na versão feminina da NBA, nos Estados Unidos, ficando atrás apenas da inesquecível Hortência (que dava aquela respirada característica nos lances livres) na média de pontos por partida, com 17,6 arremessos convertidos. Isso depois de ter enfrentado alguns problemas já quando considerada uma ‘estrela’. Em 2001, por exemplo, fora obrigada a abandonar o Vasco da Gama, um dos clubes por qual passou no Brasil, devido a atraso de salários.

Às 18:57

A capital do basquete

24 ago

Maceió será a capital nacional do basquete e do voleibol feminino a partir desta terça-feira. Isso porque centenas de atletas de vários estados brasileiros aqui estarão para protagonizarem duas competições: no vôlei, o Campeonato Brasileiro de Seleções da Divisão Especial, com jogadoras da categoria juvenil, e no basquete, a 18ª edição do Campeonato Brasileiro para equipes da região Nordeste, categoria Sub-15.

As partidas do voleibol acontecerão no ginásio de esportes da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), em Ipioca, com as finais sendo realizadas em grande estilo, no Ginásio Presidente Fernando Collor, no bairro do Trapiche.

O Pavilhão do Basquete, em Jaraguá, e o ginásio do Sesc-Poço serão os palcos de quem também fará a bola subir, mas em direção à cesta. Alagoas está no grupo A e estreia no próximo dia 25 contra o Ceará. As meninas comandadas pelo técnico Agilson Alves enfrentarão ainda Rio Grande do Norte e Sergipe, fechando a primeira fase no quinta-feira.

Apenas as duas primeiras equipes – depois de se enfrentarem entre si – se classificam já para as semifinais. A grande campeã garantirá vaga no Brasileiro de Santa Catarina, cuja data para realização permanece indefinida. Agilson, o técnico, admite que a tarefa não será nada fácil, apesar de a garotada ter iniciado a preparação há quatro meses.

Durante esse tempo, as meninas estiveram reunidas pelo menos quatro vezes por semana, sempre conciliando o esporte com a rotina escolar, afinal, não se pode esquecer os estudos. Por isso, o treinador deixa claro que o objetivo do grupo é superar o desempenho do ano passado, quando ficamos com a quinta colocação.

Mas a vida é cheia de surpresas. Agilson, em conversa com o amigo jornalista Alberto Oliveira, diz ainda que as 12 ‘gigantes’ de Alagoas vão tentar fazer um jogo forte na defesa, apostando nos contra-ataques. A estratégia pode dar certo e levar as meninas a conquistarem uma vaga no Nacional. Vamos torcer!

Às 1:00

Basquete 'bate na trave'

4 jun

Depois de os meninos do Sub-17 conquistarem, mês passado, a terceira colocação no Brasileiro de Campina Grande, foi a vez de os garotos da seleção alagoana Sub-15 conquistar o vice-campeonato na disputa do Nacional, no último fim de semana, na cidade baiana de Senhor do Bonfim. Mais um fruto do trabalho desenvolvido pela Federação de Basketball de Alagoas (FBA), que também toca projetos sociais (como o voltado para os portadores de deficiência física ou ‘cadeirantes’) que contam com o apoio do grupo Tércio Wanderley. Tudo no Pavilhão do Basquete, em Jaraguá.

Alagoas competiu no grupo 2, o do Nordeste (com sete equipes participantes), perdendo a final para Pernambuco, por 46 x 38. Ou seja, perdemos, por um triz, a tão desejada vaga na Divisão Especial da categoria. Mas fizemos bonito. Na grande decisão, o ala/armador Daniel Perdigão ficou entre os cestinhas, ao lado de Valmir Júnior (PE) e Fernando Moura (PE), com 15 pontos cada um.

Além da medalha de prata, Perdigão esteve entre os cestinhas de três pontos do torneio, ao lado do cearense Paulo Cunha, com oito cestas cada um. O grande cestinha, contudo, o potiguar Murilo Ribeiro, com 85 pontos nas quatro partidas em disputa.